Hoje, qualquer empresa que use email, venda online ou tenha colaboradores em teletrabalho está exposta a um ataque cibernético. Não é uma questão de dimensão nem de setor: tanto uma farmácia ou uma garagem como uma empresa cotada em Bolsa são alvos. O que muda é a capacidade de cada uma para sobreviver financeiramente ao incidente — e é precisamente aí que entra o seguro de cibersegurança.
Um seguro de riscos cibernéticos (ou ciberseguro) protege a empresa contra as consequências financeiras de um ataque informático, de uma fuga de dados ou de um erro humano que comprometa os seus sistemas. A Adler & Rochefort distribui, em parceria com a Hiscox, o Hiscox CyberClear 360º — uma das soluções mais completas do mercado para proteger empresas no ambiente digital.
Para quem se destina
Ao contrário do que muitos gestores assumem, o ciberseguro não é um produto exclusivo de grandes empresas tecnológicas. Destina-se a empresas de qualquer setor e dimensão, sobretudo se:
- Utilizam email no dia a dia do negócio (a principal porta de entrada de ataques)
- Vendem online ou gerem uma loja de e-commerce
- Guardam dados de clientes, fornecedores ou colaboradores
- Trabalham com dispositivos móveis ou em regime de teletrabalho
- Dependem de sistemas informáticos próprios ou na nuvem para operar
O que cobre o Hiscox CyberClear 360º
Trata-se de um ciberseguro de nova geração, com uma apólice redigida de forma clara e abrangente. As coberturas principais incluem:
- Descuidos de trabalhadores — erros de colaboradores ou fornecedores que originem violações de dados ou falhas de segurança
- Ataques de cibercriminosos — qualquer ataque digital contra o negócio
- Interrupção de sistemas — próprios ou na nuvem, cobrindo lucros cessantes, custos operacionais fixos (incluindo salários) e despesas para mitigar perdas
- Incumprimentos involuntários do RGPD — responsabilidade e custos de defesa em investigações regulamentares
- Fraude e crime financeiro — transferências fraudulentas, incluindo usurpação de identidade de cliente, fornecedor ou da própria direção
- Extorsão cibernética — gestão e acompanhamento da situação
- Reclamações de terceiros — por falhas de sistema que afetem clientes ou parceiros
Mais do que indemnizar: resposta a incidentes 24/7
A maior parte das empresas não tem, internamente, equipa para responder a um ciberataque às 3 da manhã. O verdadeiro valor de um bom ciberseguro está na resposta ao incidente, e não apenas no cheque que paga no fim.
O CyberClear 360º dá acesso a uma rede de especialistas líderes em cibersegurança, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana:
- Contenção tecnológica e restabelecimento dos sistemas
- Aconselhamento jurídico especializado durante a crise
- Apoio em comunicação e relações públicas para proteger a reputação
Quanto custa, na realidade, um ataque cibernético
Quando uma empresa é atacada, o resgate — quando existe — raramente é o custo principal. O impacto financeiro acumula-se em várias frentes:
- Recuperação técnica e forense digital dos sistemas
- Interrupção de negócio, por vezes durante semanas
- Notificação obrigatória à CNPD e potenciais coimas ao abrigo do RGPD
- Danos reputacionais e perda de clientes
- Responsabilidade civil perante terceiros afetados
Atenção às exclusões
Como em qualquer seguro, há limites. No caso da extorsão cibernética, por exemplo, a apólice gere e acompanha a situação, mas o reembolso do pagamento de resgate não está coberto. Outras exclusões habituais no mercado incluem infraestruturas antigas sem suporte e vulnerabilidades conhecidas que não foram corrigidas.
É aqui que a escolha do mediador faz toda a diferença. A Adler & Rochefort analisa a exposição real da sua empresa e estrutura uma apólice que cobre o que o seu negócio enfrenta no mundo real — sem surpresas no momento do sinistro.