Os dados são claros: Portugal registou em 2025 um aumento de 67% nos ataques de ransomware a empresas, com foco crescente em PME com faturação entre 5 e 50 milhões de euros. São alvos apetecíveis porque têm dados valiosos, mas investem pouco em cibersegurança.

O problema maior? A grande maioria descobriu que o seguro que tinham — normalmente integrado numa apólice multirriscos — não cobria praticamente nada.

O que um ataque cibernético realmente custa

O que deve constar numa apólice cyber adequada

Uma apólice de risco cibernético bem estruturada deve cobrir, no mínimo, as seguintes situações:

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O que normalmente não está coberto

Atenção às exclusões mais comuns: infraestruturas antigas sem suporte, vulnerabilidades conhecidas não corrigidas, ataques por colaboradores, e danos reputacionais indiretos. Estas exclusões são negociáveis — e é aqui que a escolha do mediador faz diferença.

A Adler & Rochefort especializou-se em estruturar apólices cyber que realmente cobrem o que as empresas enfrentam no mundo real. Contacte-nos para uma análise gratuita da sua exposição.

Continuar neste tema: O erro silencioso que custa milhões às empresas portuguesas todos os anos · Responsabilidade pessoal dos administradores: o risco que poucos conhecem · Seguro de obra: obrigatório, mas raramente bem feito

Precisa de uma proposta? A página de multirriscos empresarial reúne o que a lei exige, as coberturas que costumam faltar nas apólices e o formulário de cotação — resposta em 24 horas úteis, por mediador registado na ASF.