Casa desocupada
Seguro para casas e apartamentos vazios em Portugal. Uma casa fica vazia por razões normais — obras, herança, intervalo entre inquilinos, compra feita anos antes da mudança. As seguradoras tratam todas estas situações como um risco diferente de uma casa habitada, e a maioria das apólices di-lo algures nas condições.
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Casas de férias: as duas apólices que mais colocamos, Hiscox e Liberty
A maior parte das casas de férias que seguramos em Portugal está na Hiscox ou na Liberty Mutual. As duas foram pensadas para proprietários que não estão cá o ano inteiro, que é exatamente onde a apólice portuguesa corrente falha: a cláusula de desocupação que suspende coberturas ao fim de 30, 60 ou 90 dias.
Hiscox Holiday Homes
Para uma segunda habitação em Portugal, emitido pela sucursal portuguesa da Hiscox.
- Sem limite de dias de desocupação. As exclusões de danos por água, vandalismo e danos acidentais só se aplicam se a casa não estiver mobilada para uso normal.
- Edifício indemnizado pelo custo de reconstrução, com flexibilidade por acordo até ao capital seguro, e sem regra proporcional.
- Responsabilidade civil de 7.500.000 €, extensão de danos acidentais e viagem de emergência à casa e alojamento temporário depois de um sinistro.
- Cobertura de perda de rendas; a cedência gratuita da casa a familiares e amigos é aceite.
- Sem franquia em sinistros acima de 10.000 €; franquia de sismo de 7.500 € ou 2,5% do edifício e recheio, o que for maior.
- Recheio seguro pelo valor que a casa realmente precisa, sem mínimo de 150.000 €.
Atenção: Joias e relógios não estão cobertos, e os bens pessoais fora de casa só estão cobertos em Portugal e até 90 dias.
Liberty Mutual, através da Innovarisk
Home Insurance para proprietários com residência principal fora de Portugal que não arrendam a casa com regularidade.
- Todos os riscos, incluindo danos acidentais, com renúncia à regra proporcional (exceto na cobertura obrigatória de incêndio de uma fração em propriedade horizontal, onde continua a valer a Apólice Uniforme).
- Custo de reconstrução e, se reconstruir não for razoável, um valor acordado até ao capital seguro.
- Responsabilidade civil de 7.500.000 €, sem franquia em sinistros acima de 10.000 € e realojamento até dois anos.
- Viagem de emergência à casa (525 € por bilhete, 2.250 € por ano), jardim incluindo tempestade e perda de rendas até 37.500 €.
- Acordo de longo prazo de três anos: a Liberty renova nas mesmas condições durante três anos se a sinistralidade do primeiro ano ficar abaixo de 50% e os prémios estiverem pagos. Vincula a seguradora, não o cliente.
Atenção: A casa tem de estar mobilada para uso normal. O arrendamento pago tem de ser declarado, ocasional e com contrato assinado; o alojamento local precisa da sua própria apólice de responsabilidade civil.
O que precisamos para cotar uma casa de férias
- Morada, tipo de imóvel, ano de construção e área bruta.
- O país de residência e quantas semanas por ano a casa é usada.
- Se a casa é emprestada ou arrendada, a quem e com que frequência.
- Valor de reconstrução (calculamo-lo com o simulador SCRIM da APS) e o recheio a segurar.
- Alarme, cofre e quem verifica a casa durante a ausência.
Condições resumidas a partir das condições de cada seguradora e das propostas que colocamos; prevalecem sempre a apólice emitida e as condições particulares, e a cobertura está sujeita à aceitação da seguradora.
Porque é que as seguradoras tratam a casa vazia de outra forma
Os riscos são os de qualquer casa, sem a pessoa que daria por eles. Uma junta a pingar transforma-se num soalho encharcado; uma telha solta, num teto molhado ao fim de um inverno; um assalto numa rua habitada é interrompido, numa casa vazia é demorado.
- Danos por água: a principal causa de sinistros em casas vazias e a cobertura mais vezes limitada ou excluída durante a desocupação.
- Furto e vandalismo: cobre, caldeiras, aparelhos de ar condicionado e painéis solares.
- Deterioração não detetada: humidade, bolor e podridão, em regra excluídos como causas graduais.
- Tempestades descobertas tarde: o telhado danificado em janeiro e descoberto em abril.
- Responsabilidade civil: a telha que cai na rua ou a infiltração no andar de baixo não esperam pela ocupação.
Não há um número de dias igual para todos
Não existe em Portugal uma regra nacional que diga quando uma casa passa a estar «desocupada». Cada seguradora define-o nas suas condições, com o seu prazo e as suas exigências, e as definições variam de facto de contrato para contrato. Quem lhe disser que a resposta é 30, 60 ou 90 dias está a citar uma seguradora como se fosse uma regra. Lemos as condições da sua apólice e dizemos-lhe o que estabelecem.
O que normalmente se consegue, e o que não
Muitas vezes disponível
Incêndio, raio e explosão; tempestades e choque de veículos; responsabilidade civil do imóvel; furto, frequentemente com condições de segurança; fenómenos sísmicos, quando a apólice os inclui.
Muitas vezes limitado
Danos por água durante a desocupação; atos de vandalismo; recheio, sobretudo bens portáteis ou de valor; quebra de vidros; franquias mais altas do que numa casa habitada.
Normalmente condicionado
Água cortada e canalização esvaziada; visitas periódicas por uma pessoa identificada, com registo; alarme ligado e mantido; a seguradora informada antes de a desocupação começar.
Tudo nesta página é orientação geral. Limites, franquias, condições de desocupação e exclusões variam entre seguradoras e entre apólices; quem decide um sinistro são as condições da sua apólice.
Se a casa está em obras
Uma apólice de habitação é escrita para um edifício acabado e habitável. Uma obra com empreiteiros, andaimes e telhado aberto é outra coisa. Consoante a dimensão dos trabalhos, a resposta pode ser a apólice de habitação com a obra declarada, ou outro contrato ao lado do seguro do próprio empreiteiro.
- Informe a seguradora antes de a obra começar, não quando acontece o sinistro.
- Peça o certificado do seguro do empreiteiro, em vez de se contentar com a garantia verbal.
Passos práticos que mantêm a cobertura
- Corte a água no contador e esvazie a canalização se a casa ficar vazia no inverno.
- Tenha alguém com a chave, que possa entrar, verificar e receber o perito.
- Registe as visitas com data ou fotografia. Se a cobertura depende de visitas, o registo é a prova.
- Não deixe a casa parecer vazia: correio acumulado, jardim por tratar e estores sempre fechados anunciam-no.
- Mantenha o alarme a funcionar. Um alarme declarado e desligado há um ano é pior do que nenhum.
- Avise quando a situação muda: entra um inquilino, a obra acaba, a herança é partilhada.
Se não tem quem visite a casa no Algarve Ocidental, a Guardemar, serviço de acompanhamento e manutenção de casas fundado por Hugo Gonçalves, faz visitas periódicas com registo.
O que precisamos para preparar a proposta
- Porque está vazia: entre inquilinos, obras, herança, à espera da mudança — as seguradoras respondem de forma diferente a cada caso.
- Durante quanto tempo, com uma estimativa realista.
- O imóvel: morada, tipo, área, ano de construção, estado e se está mobilado.
- Segurança e acesso: fechaduras, estores, alarme e quem tem a chave.
- Serviços: se a água e a luz estão ligadas e se a canalização foi esvaziada.
Respondemos em 24 horas úteis, por escrito, com o que está disponível e as condições associadas à desocupação. Quando nenhuma seguradora aceita o imóvel no estado em que está, dizemo-lo claramente.
Perguntas frequentes
Ao fim de quantos dias uma casa conta como desocupada?
Não há regra nacional em Portugal. Cada seguradora define o prazo e as condições nas suas apólices, e as definições variam. A resposta que o protege é a que está escrita na sua apólice.
Os danos por água estão cobertos numa casa vazia?
Muitas vezes são limitados ou excluídos durante o período de desocupação, ou ficam condicionados ao corte da água e ao esvaziamento da canalização. É o ponto a confirmar primeiro.
Tenho de avisar a seguradora de que a casa vai ficar vazia?
Sim, antes de a desocupação começar. Muitas apólices exigem-no, e uma alteração do risco não comunicada pode pôr em causa a indemnização.
Uma casa herdada e ainda por partilhar pode ser segura?
Sim. O imóvel continua a precisar de seguro durante a partilha, e é muitas vezes nessa fase que fica vazio mais tempo. Ajudamos a definir quem é o tomador e que condições se aplicam.
Estou a fazer obras. O meu seguro de casa cobre?
Depende da dimensão das obras e de terem sido declaradas. Informe a seguradora antes de começarem; nas obras estruturais, a resposta pode ser outro contrato ao lado do seguro do empreiteiro.
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A Adler & Rochefort é uma marca comercial da Ownizo, Unipessoal Lda., registada na ASF com o n.º 425591790/3. Informação geral prestada por um agente de seguros, que não substitui aconselhamento personalizado; o âmbito de cada apólice depende das respetivas condições e da aceitação do risco pela seguradora.
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